PI0705179 - ADITIVO PARA MAXIMIZAR OLEFINAS LEVES EM FCC E PROCESSO PARA PREPARAÇÃO DO MESMO
Depósito: 10/10/2007
Destaque: Aumento da oferta de matéria prima para a indústria petroquímica
Inventor: Marlon Brando Bezerra da Almeida / Alexandre de Figueiredo Costa / Lam Yiu Lau / Eliane Bernadete Castro Mattos
Titular: Petrobrás Brasileiro SA (RJ/BR)
Nova alternativa para o processamento do petróleo pesado, que antes sofria o craqueamento focado apenas na produção de combustíveis para o transporte. A técnica envolve a adaptação do processo de quebra (craqueamento) de moléculas de óleo pesado para a produção de derivados de alto valor, como oleofinas leves (eteno, propeno) e aromáticos (paraxileno e benzeno). O novo processo utiliza frações do óleo bruto Marlim, o mais abundante no Brasil, convertendo-o diretamente em propeno, eteno e aromáticos, dispensando a produção de nafta. A grande vantagem dessa tecnologia é que ela dispensa a etapa intermediária de produção de nafta, tradicionalmente utilizada como insumo na cadeia petroquímica. Isso representa redução de custos, aumento de eficiência e aproveitamento mais inteligente do petróleo pesado, que antes tinha menor valorização no mercado.
Resumo: PI0705179 A presente invenção diz respeito a um processo para produção de aditivos para catalisadores de craqueamento catalitico fluido (FCC) a base de zeólita seletiva a olefinas leves, com a finalidade de aumentar os rendimentos, nas unidades de (FCC), de gás liquefeito de petróleo (GLP) e olefinas leves, de alto valor agregado, entre outros propeno e isobuteno. Essa invenção provê um método de preparação de composições cataliticas, a partir de zeólita modificada com fosfato e metal alcalinoterroso, que resulta na obtenção de um aditivo com melhor desempenho que os aditivos, de composições similares, obtidos por outros métodos do estado-da-técnica. O processo pode ser considerado uma evolução em relação a outros processos, posto que promove a interação entre a zeólita seletiva a olefinas leves e seu ativador, um reagente "X". Para tal, utiliza-se uma etapa isolada durante a sequência de etapas do preparo. Outrossim, a zeólita não sofre tratamentos adicionais como filtração, lavagem ou calcinação após o tratamento com seu ativador. Esse aditivo pode ser obtido a partir de qualquer zeólita comercial seletiva a olefinas leves, como a zeólita do tipo ZSM-5.
Referências:
ZEVALLOS, Gustavo. 101 inovações brasileiras, São Paulo: IOB, 2008, p. 160
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